sábado, 14 de maio de 2011

Prática 03 - Croqui

Monitorados pela Monitora de Artes Visuais e pelo Jonnatha Horta, aprendemos proporção de tamanhos, relação entre o movimento do croqui e definição de corpo.

Uma aula importante,pois precisavamos aprimorar nossas técnicas de esboçar o corpo como base, sem muitos detalhes para focarmos mais no processo de criação do figurino,que é nosso maior objetivo. Também não tinhamos muita noção de preencher o espaço devido do papel, ás vezes pequeno de mais para a folha, ou grande mais. Nos dedicamos essencialmente a desenhos maiores e depois de muita prática,fora proposto que fizemos um croqui rapidamente e fizessemos uma roupa com cenário.

Como sempre, depois de muito trabalho notava-se a diferença dessa aula para a última. E com o dever de casa,os desenhos melhoraram bastante.

Homework.

Primeira Semana:
Desenho inspirado na Figura do Corpo Humano.

Segunda Semana:
Estudo de um Artista que dedicou-se aos estudos de corpo e movimento. Desenhos e suas caracteristicas.

Terceira Semana:
Desenhos de época. Um croqui, baseado em tendências de moda bem antigas. Quanto mais melhores!

Quarta Semana e Quinta Semana:
Desenho inspirado em um personagem, o qual não exista em filmes,mas em livros ou contos. E detalhar o motivo de sua inspiração.

Além da Observação

 Sobre o segundo encontro:

Além de ter sido uma experiencia ótima,desenhar e criar ao ar livre,essa atividade despertou novas percepções em nosso grupo.

Uma delas é estar atento aos minimos detalhes,para representar bem através de papel,lápis e caneta a imagem que estamos vendo.

Estamos aprendendo também a sermos mais agéis,e deixar fluir o pensamento,sem ficar representando muito o que teus dedos querem desenhar por medo de ficar feio. Aliás, o feio não existe na Arte!

Particurlamente, estou gostando cada vez maisdestas pessoas que estou convivendo aos sábados de manhã. Pois tem que valer muito a pena deixar de sair para ter aula e acordar cedo. E eu estou adorando tudo isso!

Divirto-me e aprendo muito.

Prática 02 - Base de Croqui e Observação

O encontro foi programado para acontecer no Parque Municipal Américo Renné Giannet. O lugar, além de nos oferecer uma paisagem maravilhosa e um ambiente de boa vibração para se trabalhar,nos oferece uma diversificação enorme de personalidades,situações e acasos. Um lugar talvez que realidades diferentes se cruzem. Só isso já foi motivo de grande motivaçãoe entusiasmo.

Fomos acompanhados pela Coordenadora do Laboratório Marina Bylaardt e pela Monitora de Artes Visuais Eloá. Eis que surge a proposta.

Foram sugeridos as seguintes atividades:
• Desenho Livre

 
Com esta atividade, nós desenhamos qualquer coisa, sem um padrão.
•Desenho de Lápis sem Borracha

O motivo de tirar a borracha, é para que deixemos de ficar apagando e deixar fluir. A borracha inibe muito e perdiamos bastante tempo.

•Desenho de Caneta sem tira-lá da folha


 O objetivo era sermos rápidos e totalmentes impensáveis. Era um momentos de criar por base do rábisco sem se preocupar com a perfeição.

E por ultimo, e não menos importante:

• Desenho de Observação
A nossa coordenadora posou para nós, e nós tivemos cerca de uma hora para esboçar e desenha-la. Durante todo o processo a Eloá certificou-se de nos dar toques sobre proporção e estrutura do corpo para melhoria do nosso croqui, e também como era desenho de observação nos mostrou como desenhar a partir dos angulos que estavamos vendo,e como encontra-los no nosso modo de desenhar.

O resultado foi bom, e as pessoas que nos viram trabalhar parecem gostar bastante.









No final, análisamos juntos o trabalho de todos e um pouco de suas caracteristicas e melhoras.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Prática 01 - Abrir a Mente

O objetivo era que desenhassemos a base do croqui de diferentes tamanhos e depois, com os papéis de seda, criassemos uma roupa sem planejamentos.

A escolha do papel de seda foi realmente boa, devido ao movimento que ele dá por causa de sua leveza e por ser bem maleavél. A intenção era que o que surgisse não tivesse proposito algum, então o uso de cores e de formas eram livres.

 Processo de criação.
  
 Jonnatha Horta Forte - Professor de Teatro e Figurino.

Para o primeiro encontro do Laboratório, o resultado foi satisfatório e no final,  deu para perceber bastante as caracteristicas de cada um em seus projetos.




Análise e comentários sobre os projetos .

Mão Dupla: Artesanal x Tecnológico ²

O primeiro encontro do Laboratório de Figurino 2011, assistimos a vídeos selecionados pelo professor Jonnatha Horta Forte que juntamente com Marina Bylaardt acompanha o processo do laboratório.

Os vídeos, eram sobre os estilistas que além da inovação da moda transmitiam a essência de suas criações de varias maneiras, ou na própria criação ou no desfile de mostras das roupas. Uma característica bastante comum entre eles, era como buscavam os vários meios de tecnologia para se formar os figurinos mas sem abandonar as técnicas artesanais, o contato com a roupa.

Um dos artistas de exemplo apresentados na aula foi Jun Nakao(São Paulo,1966) - estilista brasileiro formado em Engenharia Eletrônica e Artes Plásticas na Faap, Alexandre Herchcovitch(São Paulo,1971) - teve contato com a moda desde pequeno devido a sua mãe que lhe ensinou princípios básicos de costura e formou na faculdade de moda da FMU e Alexander McQueen(Londres,1969-2010) que em menos de 10 anos se tornou um dos estilistas mais respeitados do mundo e completou um mestrado em Design de Moda no Central Saint Martini.

São marcados pela ligação puramente artística ( performances) em suas criações, pela busca de uma linguagem que transparecesse uma mensagem, um real sentido ao vestuário.

CURIOSIDADES
McQueen:
 Seu estilo é conhecido pela forma emocional retratada e a energia. Usa-se a justaposição entre elementos de grande contraste como o frágil e o forte, a tradição e o moderno, o fluente e o intenso. Segue profundamente uma tradição artística e artesanal.

Herchcovith:
Se faz colorista. Busca a linguagem das cores, pois acredita que são para elas que as estruturas se armam e se desarmam. Uma relação abstrata e expressionista, que suas demandas de criação emanam toda emoção e sentimento pelas cores.

Nakao:
 Uma mente aberta. Acredita que para encontrar a leveza e de sonhar com o inimaginável e inexplicável tem que abrir a mente. Suas criações são marcadas pelo irreal.